F-35A: Finalmente um voo invertido

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O site The Aviationist chamou a atenção para o fato do F-35A não ter executados voos invertidos em suas famosas apresentações em 2016 devido a certas restrições que nunca ficaram muito claras. De acordo com o vídeo acima em uma apresentação realizada na primeira semana de Maio no Planes of Fame Air Show em Chino, California, aparentemente as restrições foram retiradas.

Ao lado de um Sabre e de um P-38, o Lightning executa uma tímida manobra na marca dos 1 m e 38 s de vídeo, nada excepcional, mas um alívio para quem até outro dia ficou impunha restrições a pilotos gordinhos. Isso porque a versão A é a menos problemática.

É por essas e outras razões que a concorrente Boeing alertou essa semana a Marinha americana  de que seria arriscado apostar todas as fichas em um único caça a longo prazo, segundo uma matéria da Aviation Week.

A Boeing alega que aeronaves furtivas atualmente são uteis no primeiro dia de guerra para penetrar em áreas controladas por radares de banda X, mas as novas tecnologias como radares de banda C e S e os sistemas de busca por infravermelho de longo alcance podem comprometer essa eficiência.

A empresa aposta que seus F/A-18 e F-15 são mais fáceis e mais baratos de atualizar do que as aeronaves furtivas cujas modificações ficam limitas a respeitar o desenho do projeto. Por isso o fabricante tem apostados em novos radares, um novo sistema de sobrevivência, computadores mais rápidos e em guerra eletrônica.

Com a extensão da vida útil de 6.000 para 9.000 horas, considerando as últimas aquisições, acredita-se que o "tijolo" poderá estar voando na Marinha até meados de 2040...

Eu já xinguei o Edward Snowden essa semana?