O parto do elefantinho...


Segundo a mídia indiana, o primeiro esquadrão do caça Tejas finalmente será formado apartir de 01 de julho deste ano... Sim, você leu direito. Eu disse desse ano! Foram quarenta e três anos de espera desde o início do projeto em 1973 e finalmente duas unidades serão entregues para atuar inicialmente em Bangalore.

Até 2018 o primeiro esquadrão indiano deverá contar com 20 unidades. Segundo o fabricante, a futura versão do caça deverá contar com radar AESA, uma avançada suite de guerra eletrônica, reabastecimento em voo e disparar mísseis BVR, mas eu falei no futuro! Se bem que, pra quem já esperou 40 anos, o futuro é logo ali.

Apesar das milhares de horas de teste o caça ainda não esta pronto, mesmo assim, a mídia indiana faz questão de afirmar que ele é melhor que o seu análogo sino-paquistanês JF17. Lembra dele? Aquele cacinha chinês que os Argentinos quase compraram? Pois é! 

O JF17 já estreou em apresentações de eventos internacionais, já esta sendo oferecido a outros países, já possui vários armamentos integrados, mas no entanto, é possível que o Tejas seja melhor que ele... Hummmmm. Deve ser porque o Tejas foi feito com mais calma... rs rs rs

Agora falando sério, mesmo inconpleto, o cacinha indiano promete ser um "estado da arte em tecnologia". Feito de materiais compostos, terá controle de voo Fly-byWire, sistemas montados no capacete, mas não terá a TV tela plana de led com Net HBO como o nosso Gripen! he he he!

Estima-se que o caça custará 270 crore... Mas que pø®®@ é essa? Um crore equivale a 10 milhões de alguma coisa, que no caso são rupias. Então, o custo dele é de 2,7 bilhões de rupias que em dinheiro de gente equivale a menos de 40 milhões de dólares. Com esse valor, atualmente compra-se apenas um treinador avançados como M346.

Contando atualmente com um motor GE404, a performance do caça o colocaria na classe de um Gripen C/D. Entretanto, indianos e paquistaneses estão investindo para que seus caças leves fiquem anabolizados com um motor melhor. Algo semelhante ao que aconteceu com o Gripen NG.

Se os três competirão pelo mesmo mercado, ainda não sabemos. Por enquanto, o nosso gripado esta na frente da corrida. Pesa contra o paquistanês o preconceito do DNA chinês, mais conhecido como medo de soltar pecinha. Já contra o Tejas, não precisa de preconceito. Os próprios indianos se encarregam de atrasar e boicotar o projeto.

Recentemente publicou-se na mídia internacional que tanto a SAAB do Gripen, como a Lockheed do F16, estariam oferecendo seus produtos aos indianos. Segundo um amigo meu Rafalista, os indianos NUNCA entrariam em uma barca furada como o Gripen.

Bem, eu torço para que a nossa Gripe se espalhe pelo mundo! Quanto mais gripado melhor! A conta fica mais barata, né? Além do que, porque só a gente tem que aguentar Zyka dos outros? rs rs rs