O velho problema das frotas estaduais... Veja o caso do MT


Seguro de helicóptero que custava R$ 1 milhão na gestão Silval cai para R$ 500 mil no governo Taques

O governo do Estado conseguiu reduzir em 50% o preço do seguro dos helicópteros da Secretaria de Segurança Pública (Sesp). A informação foi revelada pelo secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, em entrevista à rádio CBN Cuiabá. 

Com R$ 1 milhão utilizado pelo ex-governador Silval Barbosa (PMDB) para pagar o seguro de uma aeronave, é possível pagar o de duas na gestão de Pedro Taques (PDT).

“Assumimos o governo com apenas três helicópteros, só um podia levantar voo, pois duas aeronaves não tinham seguro. Vou dar mais uma informação, no governo passado, o seguro de apenas uma delas custava R$ 1 milhão. 

Neste governo, com este mesmo montante nós pagamos dois seguros, derrubamos pela metade o preço. Ninguém está dando desconto por conta dos belos olhos do governador, estão dando desconto porque é o preço real”, revelou Paulo Taques.

Questionado sobre a possível falta de ações do novo governo, o secretário explicou que a nova gestão já registrou avanços e conquistas: “O governador lançou o programa ‘Transforma Mato Grosso’ que contará com mais de três mil ações. 

Foram adquiridas 300 novas viaturas para a Polícia Militar, três mil novos coletes a prova de bala. Colete é igual remédio, venceu tem que trocar. Conseguimos também comprar centenas de fuzis e pistolas. Convocamos 1.060 policiais militares, civis e bombeiros. Estes são apenas alguns exemplos do que já fizemos”.

 “Já começamos 56 ordens de serviços nas rodovias estaduais. Aqui em Cuiabá, nós vamos duplicar as duas saídas, para Chapada dos Guimarães e Distrito da Guia. Será duplicado o trecho do Atacadão até a Fundação Bradesco, no sentido Chapada e do Atacadão até o Rodoanel, no sentido da Guia”, acrescentou Paulo Taques.

O secretário finalizou comentando a situação das escolas no Estado: “Na educação, serão pelo menos 14 novas escolas construídas e outras muitas reformadas. Vou te dar um exemplo, em Bom Jardim, uma escola foi construída em 2012 e já está caindo aos pedaços. Os alunos não podem assistir às aulas porque não tem condições”.