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12 de jul de 2015

Acidentes aéreos já mataram 15 pessoas em Minas neste ano

Avião agrícola acidentado no início de junho
O número de mortes voltou a subir neste sábado, devido a queda de um monomotor, em Divinópolis, que deixou mais dois óbitos

O número de pessoas que morreram em Minas Gerais devido a acidentes aéreos chegou a pelo menos 15 neste ano, com as duas vítimas da queda de um monomotor em Divinópolis, neste sábado. A quantidade de ocorrências têm chamado a atenção de especialistas que, inclusive, já realizaram um ciclo de palestras para debater o assunto. Com a ocorrência de hoje, já foram registradas sete tragédias com aeronaves no estado em 2015.

Hoje duas pessoas morreram na queda de um monomotor em Divinópolis, Região Centro-Oeste de Minas Gerais. De acordo com o Corpo de Bombeiros, testemunhas disseram que viram a aeronave caindo e acionaram a corporação. Os destroços foram encontrados em uma estrada de terra na zona rural do município, bem próximo ao aeroporto Brigadeiro Cabral. O local é conhecido como Córrego do Paiol.

Após os bombeiros controlarem as chamas, foram encontrados os corpos carbonizados das duas vítimas. Ainda de acordo com a corporação, os tripulantes seriam Charles, o piloto, e Wanderson, que seria o dono da aeronave.

Três ocupantes morreram em um helicóptero em Santa Rita
Em pouco mais de um mês, esse foi o quinto acidente aéreo no estado, com um total de 10 mortos. Se contarmos desde o início do ano o número sobe para sete e o de mortos salta para 15.

A primeira ocorrência - da sequencia que começa no início de junho -, foi com um avião agrícola em Monte Carmelo, no Alto Paranaíba, que matou uma pessoa em 5 de junho. Dois dias depois, um bimotor caiu em cima de uma casa no Bairro Minaslândia, Norte de Belo Horizonte, depois de decolar do aeroporto da Pampulha, matando piloto, copiloto e um passageiro.

No dia 17, o helicóptero Jet Ranger 206-B prefixo PT-YDY caiu em Santa Rita de Ouro Preto, distrito de Ouro Preto, na Região Central do estado. Morreram os três ocupantes: o piloto Felipe Piroli, de 24 anos, além do empresário Roberto Queiroz, de 63, dono de uma corretora com atuação em Minas e no Rio de Janeiro, e de seu filho, Bruno Queiroz, de 23.

Avião desaparecido durante quatro dia na Serra da Canastra
Primeiras ocorrências do ano

A primeira tragédia aérea do ano ocorreu em 19 de fevereiro, na Zona Rural, em Bueno Brandão, no Sul de Minas. Testemunhas contaram que viram o avião sem uma das asas antes de bater em árvores. Os corpos das vítimas foram encontrados por policiais militares e o Corpo de Bombeiros fora da cabine, que ficou destruída. 

As vítimas foram identificadas como Eduardo Laurentez de Caiado Castro, que pilotava a aeronave, e os tripulantes Júnia de Sales Caiado Castro, 25 de anos, Talita Mariana Tornel, 29, e o namorado dela, identificado apenas como Eduardo. Segundo o Corpo de Bombeiros, o avião saiu de Paraty, no Rio de Janeiro, e seguia para Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

No dia 04 de maio, foi encontrado o corpo do piloto de um ultraleve que ficou desaparecido durante quatro dias, na Serra da Canastra, Região do Alto Paranaíba. Apenas o piloto, que não foi identificado, estava na aeronave no momento do acidente. Ele morreu na hora. De acordo com a Polícia Civil, a aeronave saiu de Pirassununga e teve problemas ao passar pela Serra da Canastra, quando caiu no local conhecido como Serra do Rolador.

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