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Equador investiga morte de suíço que daria volta ao mundo em ultraleve


Empresário de 62 anos viajava para romper com estresse cotidiano.
Acidente e morte foram confirmados perto do vulcão Cotopaxi.

A Direção Geral de Aviação Civil do Equador (DGAC) informou neste domingo (29) que formou uma junta para investigar as causas do acidente aéreo no qual o suíço Eric Guilloud, que queria dar a volta ao mundo em 20 meses, morreu ontem.

Autoridades da DGAC informaram em entrevista coletiva que o pequeno avião tipo Aerospool WT9, de matrícula E-JUKE, saiu ontem do aeroporto de Cotopaxi com destino à pista de aterrisagem em Tabacundo, na província de Pichincha.

Eram 13h20 (horário local, 15h20 em Brasília) quando a Torre de Controle do aeroporto de Cotopaxi notificou ao Centro de Controle Radar de Quito que havia perdido a comunicação com o piloto e, imediatamente, começaram os trabalhos de busca.


De acordo com a DGAC, o acidente foi confirmado 4 horas depois no setor leste do vulcão Cotopaxi. O piloto, único ocupante da aeronave, foi encontrado sem vida e o fato foi informado ao consulado da Suíça.

Segundo a Direção de Aviação Civil, o empresário farmacêutico, de 62 anos, decidiu fazer a viagem há 4 anos para "romper com o estresse cotidiano e comprar um ultraleve, que chamava de 'meu bebê', para dar a volta ao mundo em apenas 20 meses".

O aparelho tinha espaço para uma mala, utensílios básicos e uma geladeira para guardar comida para um dia.


O piloto pretendia cortar os céus de 34 países, percorrer 76 mil quilômetros, em 384 horas de voo e 106 aterrissagens, acrescentou a DGAC, que informou que até o momento o suíço tinha visitado na América o Brasil, Argentina, Chile, Bolívia e Peru.

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