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Criado no início dos anos 50, durante a Guerra Fria, o Boeing B52 foi a imagem do poderio aeronáutico das forças armadas Norte Americanas, devido às suas elevadas capacidades (15.000 metros de altitude, 14.160 km de alcance), bem como ao poder bélico que poderia transportar (32 toneladas).

Prestes a celebrar os 60 anos de atividade, a Força Aérea Norte Americana (USAF) atribuiu um contrato à Boeing para atualizar a sua atual frota de B52 (30 aeronaves), de maneira que os mesmos possam continuar em atividade até 2044.

Estas atualizações consistem na integração do sistema de comunicações de combate (CONECT – Combat Network Communications Technology), que permitirá atualizar todos os sistemas de comunicação, permitindo assim a que os tripulantes deste bombardeiro possam receber todas as informações (mapas, comunicações), em tempo real.

Juntamente com esta atualização, a Boeing já tem estado a realizar outras atualizações, como a substituição do sistema de armamento, permitindo assim aumentar a capacidade de carga de armamento “inteligente”. Esta alteração, em conjunto com o sistema CONECT, permitirá que a tripulação possa, através dos computadores utilizados, determinar qual o armamento que será lançado tendo em conta o tipo e localização do alvo que pretendem abater.

Também os sistemas de navegação receberão fortes atualizações, com a introdução de instrumentação de navegação por GPS, sistemas de detecção de alvos, bem como os sistemas de radar existentes, que datam dos anos 60. Segundo responsáveis da USAF, os B52 foram construídos de tal maneira que acreditam não ser difícil que as aeronaves possam continuar até atingir a impressionante marca dos 84 anos de atividade.