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Abatido? (atualizado)

Foto mostra o canopy recuperado do avião
As primeiras informações do site Terra diziam que o gupo jihadista do Estado Islâmico (EI) havia derrubado na quarta-feira (24/12) um avião militar da coalizão internacional na cidade de Al Raqqah, no nordeste da Síria, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).

Naquele momento não se conhecia o destino do piloto e sua nacionalidade. Várias contas de radicais jihadistas na internet afirmaram que o piloto é de nacionalidade jordaniana.



Estas páginas divulgaram várias fotografias que mostram um grupo de homens armados levando o piloto a uma área que poderia ser um lago. Aviões da coalizão internacional haviam bombardeado posições do EI na periferia e nos arredores de Al Raqqah na noite anterior.

Esta cidade foi alvo de bombardeios aéreos realizados pela aviação militar do regime sírio, o que causou a morte de pelo menos 22 pessoas, entre elas nove menores, assinalou o OSDH. 


Em 16 de setembro, um caça do exército sírio foi derrubado em Al Raqqah. A aeronave caiu sobre uma casa, deixando vários mortos e feridos de uma mesma família. A coalizão internacional começou ataques contra o Estado Islâmico em território sírio em 23 de setembro.

Atualizações publicadas posteriormente em outros sites:

EUA desmentem ataque do EI a avião jordaniano

O avião militar jordaniano que caiu perto de Raqa, no norte da Síria, não foi abatido pelo Estado Islâmico (EI) - afirmou o Comando americano encarregado dessa região (CentCom), em nota divulgada nesta quarta-feira.

"Os elementos de prova indicam, claramente, que o EI não derrubou o aparelho, ao contrário do que a organização terrorista alega", completou a nota. No comunicado, o chefe do CentCom, general Lloyd Austin, confirmou que o piloto do F-16 foi feito prisioneiro pelo grupo extremista.

"Nós condenamos as ações do EI, que fizeram o piloto de refém", declarou. "Vamos apoiar todos os esforços para assegurar sua recuperação segura, e não vamos tolerar tentativas do EI de deformar, ou explorar, esse infeliz acidente, com fins propagandísticos", frisou o general Austin.

Esse é o primeiro avião da coalizão contra o Estado Islâmico a cair em terra, desde o início da ofensiva contra o grupo na Síria e no Iraque, em setembro e agosto, respectivamente... AFP via EM

Jordânia nega que avião tenha sido abatido por extremistas

A Jordânia desmentiu nesta sexta-feira (26) que o avião de seu exército que caiu na Síria na quarta-feira (24) tenha sido abatido pelo grupo radical Estado Islâmico. Em um comunicado, as Forças Armadas jordanianas declararam que ainda “não podem determinar as causas exatas do acidente”, já que não têm acesso aos destroços do caça nem podem ouvir os esclarecimentos do piloto, sequestrado pelos extremistas.

Na quinta-feira (25), os Estados Unidos já haviam contestado a informação de que ao avião fora derrubado pelos radicais, afirmando que o fogo inimigo não foi o motivo do acidente. O grupo Estado Islâmico comemorou a queda da aeronave na quarta-feira em Raqa, na Síria, e disse ter causado o incidente, ao lançar um míssil terra-ar equipado com um detector infravermelho.

Rei acompanha situação

O piloto jordaniano Maaz al-Kassabeh, de 26 anos, sobreviveu à queda e foi capturado pelos jihadistas. O pai dele foi informado de que o rei Abdallah II acompanha atentamente os esforços para salvar a vida do militar.

A Jordânia faz parte da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos, que realiza ataques aos radicais na Síria e no Iraque desde agosto. O Parlamento jordaniano declarou que o grupo Estado Islâmico é o responsável por preservar a vida de al-Kassabeh, membro de uma família sunita influente do país. Este é o primeiro caso de um piloto da coalizão internacional capturado pelos terroristas.

Mortes no Natal

Um novo relatório divulgado nesta sexta-feira pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) informa que cerca de 40 civis, entre eles sete crianças, morreram em bombardeios do Exército sírio contra o grupo Estado Islâmico nas cidades de Al Bab e Qbassine, tomadas pelos jihadistas, no norte do país. RFI

Falha Técnica

"voava a baixa altitude quando bombardeou uma fábrica de tijolos antes de desaparecer. Depois, a aeronave reapareceu, mas desta vez soltava fumaça. Acho que sofreu uma falha técnica", contou à AFP Obada al Hussein, um militante da cidade de Raqa, contactado pela internet. Abu Ibrahim, outro militante originário desta região, também mencionou uma "falha técnica".
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