Se ele não sobreviveria, como ficariam os nossos?


Segundo a National Defense Magazine, o General Michael Hostage, Chefe do Air Combat Command da Força Aérea Americana, disse em um almoço na Associação da Força Aérea, em Arlington, Virgínia que o A-10 não era mais adequado para o cenário do Oriente Médio.

Para ele, a Força Aérea precisa dar espaço para as aeronaves mais novas, com maior capacidade de sobrevivência. Segundos suas palavras "Eu não posso enviar um A-10 para a Síria. Ele nunca mais voltaria". A frase foi proferida no dia  29 de Julho quando o General fazia algumas considerações sobre as possíveis medidas adotadas pela Força Aérea caso houvesse um novo sequestro de recursos em 2016.

O oficial defendeu a aposentadoria do A-10, a do U2, além do fechamento de algumas bases aéreas, alegando que a Força deve se adequar ao orçamento. Segundo ele, o novo desafio da Força Aérea Americana seria a implementação do novo caça F-35 para aproveitar plenamente suas capacidades.

E o que isso tem a ver conosco?

Quem acompanha nossas matérias, tem visto a quantidade de Su-25 abatidos na Síria e na Ucrânia nos últimos meses. O Su-25 seria a aeronave mais parecida com o A-10 que atualmente estaria participando de um conflito armado. Pelo visto ele não esta sendo páreo para as defesas antiaéreas utilizadas nesses conflitos.

Some-se a isto a opinião desse General sobre a capacidade de sobrevivência do A-10 em um conflito como o da Síria. Diante dessas informações, eu fico me perguntando:

- E as nossas aeronaves de ataque? Sobreviveriam em um cenário como o do Oriente Médio? Não estaria na hora de investirmos em Drones de Ataque?