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Três a menos


A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional aprovou o projeto do Executivo (6646/13) que autoriza o governo brasileiro a doar três aeronaves de treinamento, do modelo T-27 Tucano, à Força Aérea de Moçambique. O país é um dos principais aliados do Brasil na África e abriga investimentos de empresas como a Vale e ações de agências como a Embrapa e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O relator da proposta, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), disse que a doação não será prejudicial à Força Área Brasileira (FAB) e que ainda vai reforçar o bom relacionamento entre o Brasil e Moçambique.

"Essa aeronaves são de treinamento. Elas não têm nenhuma função de ataque militar e o objetivo principal é aproximar a Força Aérea brasileira da força aérea moçambicana e as relações que nós temos com os países da África”, disse o relator.

De acordo com o Ministério da Defesa, as doações são praxe para descartar material obsoleto e desativado, quase sempre com elevados custos de manutenção. Também são usadas para suprir eventuais carências apresentadas pelas forças armadas de países amigos. Além disso, a FAB está recolhendo a frota de T-27 e substituindo-a por aeronaves mais novas (AT-29 Super Tucano).

Tramitação

O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. (Câmara dos Deputados)

Curiosidades

Segundo a Folha, um Megaprojeto da Vale foi alvo de protestos em Moçambique o ano passado. A Camargo Correa também teve dificuldades com o reassentamento para a construção de uma hidrelétrica por lá. A empresa doou R$ 8,5 milhões para a campanha de Dilma em 2010 perdendo apenas para a JBS (Friboi) em doações.

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