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O que o fim do A10 tem a ver com gente?

A-10

Uma matéria do site Defense News abordou a discussão dessa semana no congresso americano que tratou do futuro de alguma aeronaves da USAF. Para quem não esta acompanhando, existe toda uma discussão se o Departamento de Defesa deve ou não aposentar plataformas como o A10 Thunderbolt.

O que me chama a atenção na matéria são os números apresentados sobre a utilização de diferentes plataformas em missões de CAS (Suporte Aéreo Aproximado) nos cenários do Iraque e Afeganistão entre os anos de 2006 a 2013. 

Segundo os dados apresentados, 19% das missões de CAS foram realizadas por aeronaves A10, contra 8% realizados por B1B, 12% por F15E, 33% por F16 e 28% restantes por outras plataformas. Os F16 teriam completado 40.000 horas de CAS no período mencionado só no Afeganistão.

Pelo visto, por mais que eu seja um apaixonado pelo Tankbuster, devo admitir que aos poucos ele esta sendo substituído por unidades de F16, que podem cumprir diferentes tarefas, sendo portanto, mais interessantes de se manter do que unidades especializadas em ataque e interdição.

Extrapolando para o Brasil, devemos imaginar que com a futura aposentadoria dos AMX pelos anos de 2025-2035, necessitaremos de caças multitarefas, provavelmente Gripens, que possuem características semelhantes ao F16. A pergunta que fica é teremos um número suficiente deles?


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