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Dois meses desaparecido.


O desaparecimento do piloto de avião Daniel Martins, de Telêmaco Borba, na região dos Campos Gerais do Paraná, completa dois meses neste sábado (19). Depois de dez dias procurando, a Força Aérea Brasileira (FAB) cancelou as buscas por falta de pistas. A família contratou pilotos particulares, mas eles também não encontraram vestígios da aeronave e de Daniel. De acordo com a FAB, nos últimos 15 anos, 12 aviões sumiram na mesma região, entre o Pará e o norte do Mato Grosso. 

O piloto, de 49 anos, está desaparecido desde o dia 19 de fevereiro. Ele saiu de Novo Progresso, no Pará, às 12h. Por volta das 16h, ele pararia em Rondonópolis, no Mato Grosso, para abastecer e, em seguida, seguiria para Telêmaco Borba, onde chegaria no início da noite. De acordo com a família, Daniel decolou, mas não chegou a fazer a primeira parada. 

“Pedimos ajuda à Polícia Civil, à Polícia Militar, à Polícia Federal, ao Instituto Brasileiro do Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), à Fundação do Inídio (Funai), entre outros, mas nenhuma pista”, conta o cunhado do piloto, André Coraiola.

“Pedimos ajuda até para os índios e mineradores da região, além de pilotos que são nossos amigos”, relata a esposa do piloto, Maria Paula Coraiola. Nos próximos dias, ela deve voltar ao Pará para acompanhar o caso.

Daniel morava em Telêmaco Borba e viajou para o Pará onde compraria propriedades na região. Com oito anos de experiência, ele havia feito o mesmo trajeto três vezes na aeronave.

No dia 18 de março, outro avião desapareceu na mesma região. No momento, a FAB concentra as buscas neste caso. Ainda de acordo com a Força Aérea, a maioria das buscas é cancelada porque faltam pistas sobre os desaparecimentos.

G1

Nota: A Aeronave desaparecida era um Cirrus prefixo PR-JHR
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