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O nosso tufão se chama imprensa.


No mês passado noticiamos que a Coréia estava em entendimentos com o Governo Filipino para fechar um contrato para aquisição de 12 caças FA 50 no valor de 450 Milhões de dólares. Porem os coreanos não contavam com a passagem do Tufão Haiyan. Com um país devastado, nenhum governante pensará em aquisição de caças. Provavelmente a decisão será adiada.

Já no Brasil, nós não tivemos a passagem de nenhum Furacão. Em compensação temos uma mídia que quando quer, causa mais estragos que catástrofes naturais. A impressa adora revelações bombásticas. Coincidentemente,  sempre que a FAB esta perto de conseguir seus caças, algo aparece na mídia. 

Foi assim em 2009, quando o Lula declarou o Rafale como vencedor do FX2.  Surge na imprensa um relatório de uma, até então, desconhecida COPAC que colocava o caça francês como o "último da lista". Situação embaraçosa, contornada com o adiamento da decisão.

Agora, Dilma estava prestes a viajar para os EUA e tudo indicava que sairia uma decisão em favor do Super Hornet. No entanto, surge o escândalo Snowden e mais uma vez a decisão é adiada.

A imprensa tem o poder de derrubar ditadores, mas a nossa prefere derrubar caças, antes mesmo de levantarem voo.

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