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O caso do voo UTA772


Um voo saído de Paris em direção à República do Congo em 1989 nunca chegou ao seu destino. Terroristas explodiram o avião no ar e ninguém sobreviveu. O triste fim dessa história, conhecida como o caso do voo UTA772, se transforma em algo mais bonito quando a gente descobre que ele deixou marcas que podem ser enxergadas do alto e de qualquer computador conectado à internet: o ícone aqui em cima, encontrado num conjunto de coordenadas específicas no Google Earth, mostra um memorial construído no local dos destroços pelas famílias dos passageiros.



O avião explodiu sobre o deserto do Saara, na Nigéria, matando 170 passageiros e espalhando os destroços pelo deserto. Dezoito anos depois do acidente, as famílias dos mortos se reuniram no local para construir um memorial. Partes do avião continuavam no mesmo lugar em que tinham caído, por que a região se manteve isolada por todo esse tempo. Habitantes da região e a associação das famílias das vítimas se reuniram para ajudar a produzir o memorial.


As pedras foram trazidas de uma área a 70 km do local do memorial. 170 espelhos quebrados, representando cada uma das vítimas, foram dispostos ao redor do círculo. E o memorial é ancorado por uma das asas do avião, que foi transportada de onde tinha caído, a 20 km de distância dali.


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